terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

A SENSUALIDADE DA COR













(Novo Poeta)

Cor do Brasil




Fito cruas, negras, mulatas quase nuas. Achocolatada no tom da pele, doce e gostosas são elas. 
Deixou-me sem ação quando requebrou sua cintura com toda graça aquela negra figura. 
Mistura de cores, sabores e raças. 
Mexe com os homens até com as mulheres por onde ela passa. 
Flor do desejo, objeto de admiração.
Pulsa a cintura da negra. 
Pulsa junto com a cintura da negra o meu coração...

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

LOUCO DESEJO






(Michel H. Baruki)


Eu invento, imagino, te desejo,
e viajo nas galáxias dos meus sonhos,
te quero co’ um amor sincero e puro,
mas dentro do teu corpo que eu me ponho.
Quantas vezes te dispo, depois lambo,
vou dobrando as esquinas dos gemidos
e esgarças tuas coxas me ofertando
teu cheiro que me deixa enlouquecido.
É bom nadar em cima do teu corpo,
lamber o teu suor, beijar-te a boca...
virar com a língua o sexo pelo avesso
pra ver o teu olhar de ninfa louca.
Mas é dentro de ti que eu me derreto,
nós dois num só nirvana de paixão
e enquanto descansamos nossa fome
te beijo com o olhar da solidão.
Eu sonho meu amor, sonho contigo,
dormindo ou acordado eu te reclamo
mas dentro da distância destes versos

eu tento demonstrar o quanto te amo.



.....................................




estarei sempre pronta para TI, meu Sr!...

É ASSIM MINHA ESCRAVIDÃO A TI, MEU MESTRE E SR!


A minha escravidão a TI não é nenhuma brincadeira de mulher, não é uma fantasia irrealista, é minha condição de vida, por mim mesma escolhida para TEU prazer dominador. É assim que quero TE servir. É assim que quero viver. Não TO peço retribuição, apenas que aceites essa minha entrega  inconsequente e responsável – sem pensar em qualquer consequência. 
Minha escravidão a TI é a expressão máxima da minha dedicação, da minha oferta de corpo, de vida e de alma. Se TU assim me quiseres e desejares: estou aqui, para ser ensinada para TEU prazer e para TE servir de meu corpo, de minhas horas, de meus sentimentos, de minhas dores, de minhas alegrias quando em TUA presença – quer TU presente de corpo ou ausente de corpo. Porque TUA presença se reflete pela TUA marka já grifada em meu coração, em minha construção de serva, desde o “nada” que me pegastes, ainda informe e a cada dia me transformas nessa escrava submissa ao TEU absoluto querer.
A minha escravidão a TI, vem dos depósitos por TI feitos: através da confiança, dos TEUS ensinos,  das TUAS horas disponibilizadas a mim, pela confiança em mim depositada, não por meu merecimento, mas porque fui e estou sendo construída com TUA marka.
A minha escravidão a TI é irreversível, porque minha entrega é total e eterna. Haja o que houver nada mudará o fato de a TI pertencer. Nem mesmo TU. Porque essa decisão pertence ao meu espírito, à minha alma, ao meu coração e ao meu corpo. TUA rejeição, se houver, não será o fim, mas  servirá de incentivo para melhor me aperfeiçoar e purificada de meus “eus”, ir me enchendo  e sendo preenchida pelos TEUS “tus”
A minha escravidão a TI sou eu mesma. Um nada. Uma vadia. Uma serva. Uma escrava. Uma mulher e fêmea totalmente submissa ao TEU querer. Eu sou TUA submissa sem limite de tempo, distância, espaço ou querer. Percebes TUAS markas em minha escravidão a TI?

 É assim a MINHA ESCRAVIDÃO A TI!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

SOB TUAS ORDENS...

nem precisam palavras para expressar determinados desejos...

 

 

 

 






 



SAUDADES DE TUAS MARKAS...



Hoje bateu aquela saudade desgraçada, infernal
Um desejo incontido e indescritível  de estar contigo
Com prazer repleto de loucuras, presa aos teus tesões
Mas em liberdade total, mesmo com nossos corpos encarcerados
Um ao outro.

Construindo fantasias, revelando insanidades
De momentos markados com o prazer em ter,
dar e receber
Nossos corpos inflamados
e nossas veias estourando de gozo
Desvendando e desbravando sentimentos escondidos,
Não sentidos
Não revelados
Todas as obscenidades da tua mente
O sadismo dessa violenta mão
que insiste em dar prazer
Que me faz enlouquecer, indo mais além
Rompendo limites, rompendo barreiras,
Rompendo caminhos, mares, ares
Estou sempre pronta para avançar




LENTA AUSÊNCIA



Castro Antares


Tua ausência é tão lenta,
irremediável, insossa, intransigente.
Tua ausência, alimenta minha insanidade, minha ilusão.
Tua ausência é tão vazia, tão ingrata, insensata.
Tua ausência é dolorosa, fria, inexorável.
Tua ausência é uma lágrima delirante,
insustentável, intransponível, cruel.
Tua ausência é demência, clemência, indulgência.
Tua ausência é uma ânsia constante, um turbilhão,
um cárcere.
Tua ausência é taciturna, fria, melancólica, crônica e abundante

e torna tudo imensuravelmente vago...
Abstrato... Lento...Cortante...Ausente...

TEUS PASSOS



Eu queria ouvir aqueles passos que markaram meu destino
que transformaram minha vida
que moldaram meus desejos
eu queria ouvir aquela voz forte, baixa, dominadora
que me levava por caminhos
desconhecidos-desejados
que  me puxava com uma guia, uma coleira
eu queria sentir aquele toque quente
avassalador que preenchia espaços
que fazia jorrar o néctar sumo do intenso prazer
como eu queria apenas a ti!

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

EU SEM VOU ME PERDENDO EM TI...MESTRE


Podes tu quantificar  como é desejar tua presença?


quando nas madrugadas vou me agarrando nos suspiros, nos olhares  markados...


me perdendo nas sensações que lembranças tuas em mim provocam...


Vou me perdendo em caminhos incertos com desejos certos de ti


Os amores verdadeiros são eternos


Independem das arestas da sua construção estruturada


Os amores bdsm são mais fincados, firmes, esboçados


Não misturam, mas são misturados, absorvidos


Inesquecíveis, markantes e markados


Às vezes vou me perdendo em ti,


me transformando em nós


Me perco no refugo do arco-íris


Do toque sentido, aspirado


No vão de coisa nenhuma ou nalguns prendedores coloridos


Vou entrando em desejos proibidos,


Sonhando com os teus anseios...


Esperando as tuas esperas, as tuas eras, os teus espaços


E assim dia-a-dia vou me perdendo contigo...


Nessa longa espera desses desejos infindos


Que vão me enterrando de saudades


Porque em ti eu me perco toda,

me desconserto toda...



PRECE DE CADELA



Principe do Prazer


O amor que tão enlouquece essa tua bela
Comando um desvairado sentimento
Que eleva minha alma de cadela
Num céu, além do espaço e alem do tempo
Mais forte da coleira que me prende
Rua mão me doma sempre com doçura
Ligeira, me ofereço à tua corrente
Que aplaca minha sede de tortura
Eu juro, é delicioso o teu egoísmo
E essa escreva que gene sem parar
Se do Senhor temesse ira ou sadismo
Indigna ela seria de se entregar
Aproveite o ardor de cada fenda
Que o meu corpo  te ofereço sem pudor
Mas se for lerda, os pés com ferro prenda
E teu chicote espalhe em mim deleite e dor!
É assim que o teu domínio me completa
E me transmuta num objeto de prazer
Cada tua ordem é sussurro de poeta
E minhas carnes são tua fonte de prazer!

RECADO DO DONO PARA A CADELA







zador

Delicia, vc é minha conquista. Minha cadela submissa, mulher com alma de cachorra.
Muitas vezes me pego pensando em você submissa as minhas ordens e adorando ser tratada como uma cadelinha.
Capaz de usar uma coleira com a altivez de uma rainha, que não se importa em lamber os meus pés e adora ficar de quatro como cachorrinha para seu Dono realizar suas taras
Saiba, delicia, que vc desperta em mim muitas sensações
Ter e usar vc como minha escrava submissa e cadela, numa combinação de humilhação, disciplina, controle e adoração, me faz sentir especial. Você tem este dom, de me fazer sentir especial
Que bom que com o passar do tempo, você aprendeu a gostar e deixar a cadela que existe em você emergir
Adoro que goste de apanhar na cama quando estamos transando
Adoro que goste de ter as roupas rasgadas na hora do sexo selvagem
Ter você aos meus pés me faz sentir mais forte,
Ter você sobre meu domínio é como apreciar um cálice de vinho,
Ver você vendada a espera do inesperado é inebriante,
A consumação final é a explosão do nosso gozo, do nosso desejo realizado.
Somos pessoas que sabem desfrutar a vida a cada momento, porque descobrimos juntos que a vida tem mais significado e prazer no momento em que compartilhamos nossos corpos e o prazer que dele tiramos.
Te respeito como mulher que soube se transformar em fêmea para satisfazer seu macho, que soube ser forte para se tornar submissa e soube ser guerreira para ser minha escrava e na condição de cadela que tem Dono, você sabe que o sexo além de dar prazer é uma das obrigações que deve a quem te domina e por isto você se dá por inteira, pois só uma mulher de verdade é capaz de se entregar incondicionalmente com volúpia, paixão e intensidade extrema
Como é maravilhoso tê-la aos meus pés e sentir seu gosto, desfrutando do néctar de teu gozo...
Como é extasiante provocar prazer e dor em teu corpo em brasa, totalmente entregue a voracidade de nossas carnes insaciáveis...
Na hora do Amor você saber ser anjo, sabe ser mulher...
Mas adoro mesmo quando você é cadela que me arrebata e me encanta...
e usa o feitiço da sedução para me conquistar e me atar ainda mais, cada vez mais a você...
Você é minha vadia, minha puta, meu brinquedo
Olho dentro dos seus olhos, prendo o bico do seu seio entre meus dedos e aperto, torço sem piedade.
Lágrimas brotam em seus olhos e refletem o brilho do seu prazer que se transforma em nosso prazer, mútuo, intenso... envolvente, enlouquecedor...
O estalar de uma bofetada forte e intensa em seu rosto anuncia que vou explodir num gozo alucinado, quase sem noção
Acolhe-te em meus abraços, acaricia teu rosto, beijo a tua boca e digo baixinho em seu ouvido:
“Delicia de cadela, só você é capaz de me fazer gozar com o prazer do teu prazer”...





ENTRE AQUI


o que os olhos não vêem
o que o corpo sente
o que a boca experimenta
o que os sentidos aspiram...


  





segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

ENGANCHANDO O PRAZER








qual gancho melhor traduz o prazer?

com certeza é o gancho 

da tua Marka!


SEMPRE E ETERNAMENTE... TUA SERVA



Cativa de teus desejos
prisioneira de teus fetiches
envolvida em tuas taras
desejosa de Contigo estar...

Sempre e eternamente tua 
serva ylena




ELA TINHA UM BAÚ



 

(rose)

Ela tinha um baú,
o baú guardava seus tesouros.
Ele disse que tinha a chave.
ela não acreditou,
achou que era “esmola demais”
e como boa cega que era, desconfiou.
Ele permaneceu seguro de si.
ela ficou curiosa,
quis pagar pra ver.
Ele botou preço.
ela iniciante, achou o preço alto demais,
tinha pouco guardado pra dar;
tudo bruto, nada lapidado.
Como dar o que não se tem?
Pensava ela.
Ele dizia:
todo o tudo dado com confiança,
alegria e sinceridade é muito,
mesmo que seja pouco.
ela foi dando,
moedinha após moedinha.
Ele foi recebendo.
ela foi se alegrando
e quanto mais sua miséria ofertava a Ele,
mais plenitude alcançava.
Ele aceitou de bom grado,
observando-a, mostrou-lhe a chave.
ela plena teve medo,
é uma chave para as trevas, pensou.
Uma chave para a luz, a tua luz, disse Ele.
ela pediu para segurar a chave na mão.
Ele deixou, cuidadoso.
ela, criança descuidada e cada dia mais confiante,
brincava com a chave.
Ele a observava
e tecia anotações secretas, sério.
ela aproximou a chave da fechadura,
encaixou-a
e sua plenitude aumentou
a ponto de se esquecer do cuidado
que deveria ter para com Ele
e para com a chave Dele
e feliz e inadvertidamente
alegre corria nos campos do seu SENHOR.
Ele importunado com o barulho
que ela fazia tentou alertá-la.
ela não percebeu,
emocionada com suas pequenas descobertas,
só via a si mesma de modo mesquinho, egoísta, vil.
Ele então deu um passo para trás.
ela não se deu conta do ato.
Ele sem retirar os olhos dela,
percebeu que ela movimentava a chave na fechadura,
reticente.
ela, torcendo a chave na fechadura,
correu na direção Dele,
qual criança estabanada que mal aprendeu a andar.
Ele decepcionado recuou, não a queria assim,
estabanada,
descuidada.
ela abriu o baú.
Ele virou-lhe as costas.
ela estendeu em suas mãos os tesouros guardados:
desejo,
entrega,
obediência,
submissão.
Ele foi embora.
ela chorou. …
Ela de posse dos tesouros,
pouco a pouco, tomou consciência de si.
Ele não viu.
ela rastejou até Ele,
certa de sua sujidade e inadequação.
Ele olhou para outras pastagens, mais verdejantes.
ela abnegada se ofereceu, se prostrou a seus pés,
implorou lavando o chão que Ele pisa com seu sal.
Ele não se comoveu.
Então ela que se sabia incapaz
de ser de qualquer outro além Dele,
colocou aos pés Deste os seus tesouros,
o baú aberto e a chave…
E até hoje ela em silêncio, invisível,
prostrada ao lado do assento Dele vazio,
cão fiel guardando sua morada,
espera por um olhar;
vigia e ora esperando que Ele volte.
ela se chama apenas submissa.
Ele DOMINADOR.
ela, sou eu hoje.
Ele… é o meu SENHOR. 






domingo, 12 de fevereiro de 2017

AS CONDIÇÕES DE TUA ESCRAVIDÃO





(VANDERDECKEN)

Pediste-Me que estabelecesse expressamente e por escrito as condições da tua Escravidão. Eis o que decidi:

1. Em princípio a tua Escravidão já é perfeita e não há nada a alterar n’Ela. Mesmo ao direito de deixar de ser escrava, que era o único que tinhas, quiseste renunciar. Cabe-te agora Amar, Servir, Obedecer e Sofrer enquanto tu e Eu formos vivos.

2. Na prática, contudo, ainda há muito que aperfeiçoar. Porque não te empenhas o suficiente; porque Me deixas em exclusivo o cuidado de te fazer escrava e não partilhas esse esforço, ainda há muitos dias em que não és mais escrava do que no anterior. Faltas assim ao teu dever e ao teu compromisso para coMigo.

3. Por vezes és insolente. Por vezes chegas a ser exigente. O teu corpo nem sempre obedece ao teu espírito. O teu Senhor compreende isto e não to leva a mal, mas precisamente porque compreendo é que exigirei de ti cada vez mais.
  

4. És escrava no teu espírito, que consente; és escrava no teu coração, que ama; és escrava no teu corpo, quando goza; mas ainda não aprendeste a ser cabalmente escrava no teu corpo, quando sofre.

5. Sei que não és masoquista e que a dor física não te dá prazer. Prefiro que assim seja: quando te provoco dor é para te castigar e não para te recompensar; ou então é para Meu prazer e não para o teu.

6. Quando aceitas com submissão a dor que te provoco, sei que estás a sofrer por Mim, e não para teu próprio gozo. É uma dádiva que Me fazes, e Eu tenho perfeita consciência de quão grande ela é.

7. Quando te castigo fisicamente estou a ser generoso. O castigo físico é o menos cruel dos castigos: faz sofrer naquele momento, mas rapidamente termina; as marcas que deixa são no corpo e duram pouco.

8. Por vezes tentas esquivar-te quando és castigada: é o teu corpo a desobedecer ao teu espírito. Isto é indigno de ti e do compromisso que assumiste coMigo. Como esperas obedecer ao teu Senhor se nem a ti mesma obedeces?

9. Quando te deixas amarrar tenho bem consciência do quanto estás a confiar em Mim. É essa confiança que exijo de ti: sei que não sou mau nem estúpido, que me sei controlar, e não te castigarei mais do que mereces e podes suportar.

10. Mas também não te castigarei menos do que mereceres e puderes suportar.

11. O teu Senhor sabe bem o quanto necessitas de ser amada. Mas não te permite que digas “quero ser amada”, porque nem nisso tens querer. O amor duma escrava aceita com gratidão a sua contrapartida, mas nunca a exige.

12. O mais que podes pedir, quando estás perdida de amor e necessitas absolutamente da atenção do teu Dono, é que Ele te possua. E Eu possuir-te-ei ou não, como entender, e permitir-te-ei ou não que tenhas prazer; e tu ficarás feliz porque é assim que deve ser.

13. Entre ser amada explicitamente e ser possuída vai uma enorme ausência repleta de Sofrimento. Por isso te chamo, com inteira propriedade, a Minha “escrava sofredora”, o que quer dizer que Me deves amar como se Eu não te amasse.

14. Se Eu te amo, raramente to direi, ou nunca. Preencherás tu própria este silêncio, dizendo-Me vezes sem conta, sem mentir nem ocultar seja o que for, tudo o que sentes por Mim: desde o amor até à raiva, desde a gratidão ao ressentimento. Apresentar-te-ás perante Mim tão nua de alma e sentimentos como de corpo. Permitirei assim que mitigues o Sofrimento que o Meu silêncio te possa provocar.

15. Também te imponho, frequentemente, o silêncio. Quero que estas ocasiões sejam para ti a oportunidade de dizeres sem palavras o que muitas vezes não pode ser dito através delas.

  
16. Às vezes ousas lembrar-Me que tens sentimentos. Eu sei que os tens, mas quero que manifestes os que exprimem a tua Escravidão antes de manifestares os outros.

17. Quando o Eu te perguntar se gostarias de alguma coisa, a tua resposta tenderá a ser “sim, se Tu mo ordenares”.

18. A tua Escravidão não é um jogo, nem uma brincadeira, nem uma fantasia, nem um teatro: é a tua condição de vida, a tua realidade assumida.

19. Quero que sejas feliz na tua Escravidão: obedece-Me também nisto. Não representes o papel de escrava: sê escrava.
  
20. Junto do teu Senhor estás em terreno sagrado: em Minha casa e no Meu automóvel estarás sempre descalça, esteja Eu presente ou não. Também estarás descalça em tua casa sempre que Eu estiver presente.


21. Na rua e noutros lugares ficarás descalça sempre que Eu to ordene, porque os teus pés nus são a Coleira de escrava que determinei para ti. Se a obediência a esta ordem te causar por vezes embaraço, humilhação ou vergonha, e se estes sentimentos te fizerem sofrer, aceitarás este Sofrimento de bom grado porque te vem de Mim.


VOU ME PERDENDO NAS MADRUGADAS




Vou me perdendo nos meus mundos e SUBmundos

criados para Te encontrar, Te desejar...

A cada dia fico mais incrédula de tudo

mais incrédula da minha própria existência

me contorço em dores no coração

que bate de forma ansiosa e descompassada

apenas para cumprir o ritmo da vida

Delírios... delírios... delírios...

Delírios de uma serva

sou uma delirante mulher  - forte, ferida, frágil

que vive num SUBspace de tesões

tremulantes, gementes, engaiolados

Que vai a cada dia se perdendo, se esvaindo

retornando ao seu estado “primitivo”, inicial

porque o tempo passa e não pode mais voltar

e, assim, apenas as lembranças são tangíveis

invisíveis, reais-irreais

próximas-distantes... se dissipando 

como o por do sol que some no horizonte

me desencantando nas noites de silêncio branco,

quietas-inquietantes, cheias-vazias

esperando alguma gota de “amor”

como lenitivo a curar as feridas...

as dores provocadas pelo tempo de construção

e abandono...

Vou me perdendo nas madrugas frias-quentes

Esquecida... tentando me desnudar das roupas inúteis

E cobrir-me com fios dourados de esperanças

Ainda crendo ser possível  renascer

Nessa dor de perdição...


sábado, 11 de fevereiro de 2017

BATEU AQUELA SAUDADE!




Sabe, Mestre?
Fico pensando em tantas coisas. Como o Sr sabe, eu penso muito, falo muito, ou pelo menos falava. Fico maluca sem notícias, sem Markas, sem nada.  Continuo nas correrias regulares, vamos assim dizer, mas gostaria de saber sobre Sua pessoa. Se há alguma coisa a mudar no contrato, o quê? tudo, anda, se foi acrescentado coisas, diminuído, enfim... 
Todas as expectativas de uma serva em cima desta mulher.  
Tens livre acesso a mim, em qualquer esfera. Estou onde sempre estive, com as mesmas formas de contato. Ou então entre nesse cantinho repleto de Markas de BDSM.
São essas markas que me inspiram, que fazem reviver ou viver... às vezes penso que me fazem morrer.... Mesmo que seja de saudades!